Probióticos não são necessários. Conheça os SOMATIDES.

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Gaston Naessens.

Próximo aos 20 anos de idade, o Biólogo Gaston Naessens criou um microscópio, chamado “Somatoscope”, capaz de manipular a luz de uma forma ainda não totalmente explicável pela física; esse microscópio permitiu que Naessens pudesse ver algo “além”, algo inacessível para todos os outros microscópios da época considerados “avançados”. O Somatoscope permitia ampliações ópticas de 30.000 vezes; os outros microscópios daquela época só podiam ampliar em 2.000 vezes. O Somatoscope foi um microscópio de luz que não precisava destruir o tecido para ser estudado, permitindo, assim, que Naessens visse o sangue e os fluidos dos organismos vivos.

Em 1985, após vários anos de suas descobertas – que serão explicadas neste artigo – Gaston Naessens foi condenado à prisão perpétua e começou a ser perseguido. Grande parte disso foi devido à consequência direta do fato de atrever-se a passear por terra científica incógnita; Naessens foi taxado de charlatão e um risco aos lucros da indústria farmacêutica multibilionária.

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Esse pequeno ponto brilhante, para o qual a seta está apontando, é um somatide. As outras “bolhas” são as células vermelhas do sangue. Era dessa maneira que o Naessens via através do somatoscope.

A maior descoberta de Naessens foi o que ele denominou “somatid”, da palavra grega “soma”, que significa “o corpo”, e “tidos”, que significa “aquele que cria”. Em português podemos escrever “somatides”.

Os somatides são micro-organismos minúsculos, muito menor do que uma célula, que se alimentam do material venoso que se encontra no organismo doente. Vários outros pesquisadores descobriram essa mesma forma de vida e chamaram-na de protits, microzymia e chondriana.

Os somatides estão presentes nos tecidos e no sangue de todos os organismos vivos, onde normalmente permanecem em repouso de forma inofensiva. Essas formas de vida minúsculas comportam-se como limpadores de lixo do tecido e do sangue. Quando o bem-estar do corpo humano, ou a homeostase, estão ameaçados pela presença de material potencialmente prejudicial, uma transmutação ocorre, chamada de pleomorfismo.

Pleomorfismo significa “muitas formas”; formas capazes de mudar um tipo de organismo para o outro. Isso é o contrário de monomorfismo, que significa “uma única forma”. A medicina moderna, bacteriologista, baseia-se na ideia de monomorfismo, em que um germe é apenas um germe, e continuará sempre assim. Louis Pasteur foi quem inventou “a teoria dos germes”, a qual dizem ter sido plagiada, que se tornou a base da microbiologia. Sua ‘descoberta’ foi que a maioria das doenças infecciosas são causadas por germes; no entanto isso nem sempre é verdade. Germes, bactérias e vírus podem mudar de forma, comprovadamente. Os principais pesquisadores que comprovaram o pleomorfismo e desmentiram o monomorfismo são: Antoine Béchamp, Dr. Real Raymond Rife, Dr. George Merkl e o Gaston Naessens.

Germes (vírus, bactérias, fungos) são o resultado e não a causa da doença. Louis Pasteur estava errado! Sua teoria dos germes estava errada. Os “germes” estão lá como o resultado, não como a causa, então tratar os germes é errado! Esse equívoco básico afeta todos os aspectos da medicina. Entendendo os somatides, conseguimos compreender o porquê das bactérias se tornarem resistentes aos antibióticos.

Concordo que em alguns casos os antibióticos podem salvar a vida do paciente, porém é preciso entender o que realmente está acontecendo para que seja possível curar o organismo e não apenas remediar outra infecção bacteriana.

Vale frisar que em um corpo saudável os somatides permanecem no seu ciclo “normal”, mas em ambientes ácidos com baixo teor de oxigênio, como por exemplo na morte, eles irão fazer seu trabalho, ocorrendo, então, o pleomorfismo e a ativação do sistema imunológico. Quando as bactérias tiverem concluído sua tarefa de consumir o material nocivo, elas automaticamente irão voltar para o estágio inicial, ou seja, voltarão a ser um somatide.

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Ciclo dos somatides.

Ao longo de anos de observação microscópica e experimentação laboratorial, Naessens descobriu que, quando o sistema imunológico de um animal ou de um ser humano torna-se enfraquecido ou desestabilizado, o ciclo normal de três fases do somatide (as 3 primeiras etapas da imagem) passa por mais treze estágios de crescimento sucessivos, totalizando dezesseis formas separadas, como você pode ver na imagem acima. Todas essas formas foram reveladas claramente por imagens em movimento e por fotografias microscópicas.

Veja no vídeo a transformação de um somatide:

Ao estudar o ciclo dos somatides no sangue de seres humanos que sofrem de várias doenças degenerativas, tais como artrite reumatoide, esclerose múltipla, lúpus, câncer, Naessens foi capaz de associar o desenvolvimento das dezesseis fases do ciclo patológico com todas essas doenças.

Ainda mais importante, Naessens era capaz de prever o eventual aparecimento dessas doenças muito antes de qualquer sinal clínico; em outras palavras, ele podia “pré diagnosticar”; e ele demonstrava que essas aflições tinham um princípio funcional comum, ou uma base única, e, portanto, não deveriam ser tomados como fenômenos independentes, separados, como os médicos ortodoxos têm por tanto tempo considerado.

Segundo Naessens, se não houvessem os somatides, não haveria vida; “isso é o que eu acredito”, disse ele.

Tendo estabelecido o ciclo somatide com as 16 fases, Naessens foi capaz de desenvolver um tratamento para o fortalecimento do sistema imunológico. Agora você consegue ver o porquê de sua perseguição e prisão perpétua!

O produto que ele desenvolveu era derivado da cânfora, uma substância natural produzida por uma árvore da Ásia Oriental de mesmo nome. Ao contrário de muitos produtos medicinais, que são injetados na corrente sanguínea, Naessens aplicava a cânfora via sistema linfático, através de um nó de linfa, ou gânglio, na virilha. Esse tratamento curou milhares de pessoas do câncer e da AIDS.

A maioria dos médicos não aprendem essa técnica na escola de medicina, porém é tão fácil que os leigos foram ensinados a injetar, e até mesmo a injetar em si mesmos.

Esse produto derivado da cânfora é chamado de “714-X” – o 7 e o 14 referem-se à sétima e à décima-quarta letra do alfabeto, “G” e “N”, as primeiras letras do nome e sobrenome do inventor, Gaston Naessens, e o X refere-se à vigésima-quarta letra do alfabeto, o que denota o ano de nascimento do inventor. Quando habilmente injetado, o 714-X, em mais de 75% dos casos reforça os poderes do sistema imunológico, que então passa a trabalhar de forma ativada e livra o corpo da doença.

Com as pesquisas de Naessens, os somatides se revelaram praticamente indestrutíveis!  Eles têm resistido à temperaturas acima de 200°C. Eles sobrevivem a exposição de 50.000 rems de radiação nuclear, muito mais do que o suficiente para matar qualquer coisa viva. Mais estranho ainda é que essas formas minúsculas de vida reveladas pelo microscópio de Naesses são imperecíveis, ou seja, não morrem. Com a morte do seu hospedeiro, um humano, por exemplo, os somatides saem do corpo e voltam para a terra, onde vivem há milhares, milhões ou talvez bilhões de anos!

Uma vez Naessens disse: “Eu, com certeza, gostaria de ter algumas amostras de rochas lunares para examinar no meu microscópio. Quem sabe podemos encontrar formas de somatides, os mesmos traços de vida primitiva que existe sobre a terra!” Com certeza seria incrível poder comprovar isso, já que aqui na terra os somatides estão por todas as partes: na água, nas rochas, nas plantas, nos animais e até mesmo no ar.

Quando questionado a respeito das características hereditárias dos somatides nos seres vivos, Naessens descreveu um experimento que tinha feito por várias vezes: A experiência começa por extrair os somatides a partir do sangue de um coelho com pele branca. Então, uma solução contendo esses somatides do coelho com pele branca, é injetada na corrente sanguínea de um coelho com pele preta, por um período de duas semanas seguidas. Dentro de, aproximadamente, um mês, a pele do coelho preto começa a ficar acinzentada e metade dos cabelos se tornam brancos. Em um processo inverso, a pele de um coelho branco, o qual recebeu uma solução de somatides de um coelho preto, também começa a ficar cinza.

Com esses resultados, poderia se pensar em uma “transferência de somatides”, pois quando um pedaço de pele é cortado do coelho branco e enxertado no espaço vazio deixado após o corte de um pedaço de tamanho similar do coelho preto, o enxerto mostra nenhum sinal de rejeição, que normalmente ocorreria se não houvesse a transferência dos somatides. Isso com certeza revolucionaria os transplantes de órgãos.

Agora é hora de sair um pouco do tema “somatides” e entrar no tema “probióticos”. Não seria possível explicar que os probióticos não são necessários sem antes explicar o que são os somatides; mas agora você já está apto a compreender.

O termo “probiótico” foi introduzido pela primeira vez em 1953 por Werner Kollath, contrastando com o termo “antibiótico”. Os probióticos foram definidos como fatores de origem microbiológicos que estimulam o crescimento de outros microrganismos. Em 1989, Roy Fuller sugeriu uma definição de probióticos que tem sido utilizada desde então: “Um suplemento alimentar microbiano vivo que afeta beneficamente o animal hospedeiro, melhorando o seu equilíbrio microbiano intestinal.”

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Dr. Weston A. Price.

Uma grande explicação do porquê tomar probióticos é desnecessário está no livro do Dr. Weston A. Price – Nutrition and Physical Degeneration (não traduzido para o português). Dr Price fez testes de saliva na boca de algumas pessoas (antes e depois de fornecer uma alimentação saudável). Na página 436 ele escreve: “Neste grupo, antes do tratamento começar, a saliva ganhou 1,5% de fósforo inorgânico (encontrado em carnes e ovos) e que após o tratamento a saliva perdeu 13,9% do seu fósforo inorgânico.” No parágrafo anterior ele explica que a necessidade de fósforo “é maior” para os dentes e ossos na saliva de pessoas com cáries e problemas de saúde.

A mudança a qual Price submeteu as pessoas foi uma alimentação que incluía um aumento do ativador X (que mais tarde descobriram ser a vitamina K2), um teor de vitamina A concentrado a partir de manteiga de alta qualidade e uma redução em carboidratos. Antes da mudança na alimentação, quando a cárie dentária ainda era considerada ativa, foi encontrado 323 mil colónias de Lactobacilos Acidófilos por centímetro cúbico de saliva, e após o tratamento, rico em nutrientes essências para a saúde, esse número caiu para 15 mil colónias de L. acidófilos.

Se essas bactérias “boas”, como as L. acidófilos, são tão importantes para a saúde, por que as pessoas que receberam nutrientes adequados obtiveram uma contagem muito menor delas na saliva? Isso significa que temos que questionar o papel dessas bactérias amigáveis que a indústria farmacêutica tenta enfiar goela abaixo.

Leia também: Terapia do Oil Pulling – o segredo para uma saúde bucal perfeita.

Muitas referências afirmam que acidófilos são bactérias produtoras de ácido láctico, que é o que provoca a cárie dentária, como o Dr. Price descobriu. A acidificação inibe o crescimento de agentes de deterioração dos alimentos. Por isso, as bactérias “amigáveis” criam um ambiente ácido, pois, lembra-se do que os somatides fazem quando estão ativados? Eles se alimentam do lixo, em uma tentativa de eliminá-lo. No entanto, para que o intestino delgado e o grosso sejam saudáveis, eles devem ser alcalinos, essa é a razão pela qual o pâncreas joga bicarbonato de sódio no quimo e a bile é alcalina.

A boca produz enzimas que iniciam a digestão de carboidratos, que só podem funcionar em um meio alcalino, de modo que a boca precisa ser alcalina. Faz todo sentido o que o Dr. Price escreveu, que L. acidophilus foi reduzida drasticamente na boca de uma pessoa que teve a sua nutrição melhorada.

Os probióticos são constituídos por proteína, gordura e carboidratos, de modo que quando são ingeridos são digeridos da mesma forma que qualquer outra proteína, gordura e carboidratos. A acidez estomacal não vai dizer: “Oh, isso é um probiótico, não vamos digerí-lo; ele é importante para nós.” O ácido clorídrico está no seu estômago exatamente para matar patogênicos invasores, portanto achar que os probióticos irão passar por essa barreira intactos é falta de informação.

Algumas pessoas, pela baixa acidez estomacal que possuem, até conseguem fazer alguns desses probióticos passarem pela barreira do estômago, fazendo com que seus sintomas melhorem no início, mas no decorrer do tempo fica claro que seus sintomas voltaram.

Leia também: Como saber se você tem baixa acidez estomacal?

A literatura está carregada de informações de que o intestino delgado e o grosso são supostamente recheados de “bactérias boas”. Se isso fosse verdade, então essas bactérias tornariam o intestino ácido, que iria interferir na digestão, em vez de ajudar. É o que vemos em pessoas que possuem disbiose intestinal, que é quando a pessoa tem excesso de bactérias. Como mostrou o Dr. Price, essas bactérias que estavam na boca são um sinal de saúde debilitada.

Portanto, é lógico que “bactérias boas” (probióticos) são criadas pelo próprio corpo quando elas são necessárias, assim como nossos corpos criam vírus, bactérias e candida, a fim de se limpar; tudo através dos somatides. Nossos corpos são inteligentes o suficiente para equilibrar todos os nutrientes, hormônios, etc. Nossos corpos são inteligentes o suficiente para criar probióticos, ou seja, “bactérias boas” quando forem necessários.

Você já deve ter percebido que também é o próprio corpo que cria a cândida (fungo) através dos somatides na fase 12 da imagem do ciclo dos somatides que está no começo deste artigo.

Por isso eu digo: antifúngicos são desnecessários; perda de tempo e dinheiro! Por isso cândida é algo tão difícil de tratar; as pessoas passam vários anos tentando “matar” e não conseguem. Pra você ter sucesso, primeiro precisa entender que não tem como “matar” cândida, apenas transformá-la, novamente, em um somatide.

Já tratei vários casos de cândida de meus clientes, e todos apenas levando em consideração que o corpo precisa perder a necessidade de criar tais fungos, limpando-se, desintoxicando-se.

Dizer que germes causam os seus problemas de saúde é como dizer que “bombeiros causam incêndios”, ou “moscas causam pilhas de estrume”, sendo que o contrário é verdade, as pilhas de estrume que “causam” as moscas.

Na natureza nada é tocado pelos somatides até que seja o momento certo, como acontece, por exemplo, com uma fruta. Enquanto ela estava amadurecendo no pé de árvore, a fruta não apresentava nenhum sinal de decomposição, mas bastou ela cair do pé e ficar muito madura que os somatides começam o seu trabalho de “garis da natureza”, decompondo todo o material para a vida continuar corretamente.

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Referências:

9 Respostas para “Probióticos não são necessários. Conheça os SOMATIDES.

  1. Pingback: A verdadeira imunização está no intestino e não nas vacinas | Diórgenes Tochetto·

  2. Pingback: Excesso de fibra na alimentação pode causar disbiose intestinal. | Diórgenes Tochetto·

  3. Pingback: Terapia do Oil Pulling – O segredo para uma saúde bucal perfeita | Diórgenes Tochetto·

  4. Pingback: Descubra como são criadas as superbactérias resistentes aos antibióticos. | Diórgenes Tochetto·

  5. Então, mas e se eu tomar kefir com farinha de banana verde, tem algum resultado? as bactérias sobreviveriam e ficariam no cólon? Por que os médicos dizem que isso resolve.

    • Tudo depende da quantidade de ácido clorídrico que o seu estômago está produzindo, Carla. O certo, como você leu neste artigo, é de nenhum tipo de bactéria passar viva por essa primeira barreira de proteção do organismo. Até mais.

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